quarta-feira, 31 de outubro de 2012

XX Encontro de Jovens Pesquisadores


O Grupo de Pesquisa esteve presente no XX Encontro de Jovens Pesquisadores que aconteceu entre os dias 23 a 25 de outubro de 2012, na Cidade Universitária, em Caxias do Sul. As bolsistas de iniciação científica participaram nas modalidades apresentação oral e pôster, sendo os trabalhos:

ALLANA ARIEL DALLA SANTA (VOLUNTÁRIA) - Análise da lei nº 11.284/06: as florestas públicas e a teoria do risco.




ANDRÉ SALDANHA (PIBIC/FAPERGS) – Responsabilidade civil ambiental: da complexidade social a tutela constitucional e seus reflexos processuais na esfera civil; segue o resumo.


DAÍSA RIZZOTTO ROSSETTO (PIBIC/CNPq) - A consolidação da sociedade do consumo e seus efeitos: a geração de danos ambientais e a exploração da vida animal.




JÉSSICA CRISTIANETTI (VOLUNTÁRIA) - Lei 7.802/89, uma análise sobre a Lei do Agrotóxico e riscos ambientais: agricultura orgânica rumo à sustentabilidade.



LARISSA WEGNER CEZAR (BIC/UCS) - Produção Orgânica: caminho para uma agricultura sustentável.




quarta-feira, 3 de outubro de 2012

XXIV Salão de Iniciação Científica - UFRGS


O Grupo de Pesquisa Metamorfose Jurídica fez-se presente no XXIV Salão de Iniciação Científica, que ocorre anualmente na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), neste ano o evento ocorre entre os dias 1º a 5 de outubro.

As bolsistas Allana Ariel Wilsen Dalla Santa e Daísa Rizzotto Rossetto apresentaram seus trabalhos nas modalidades pôster e oral. Sendo estes:



O CONSUMISMO E A SUBJETIVIDADE DO INDIVÍDUO CONTEMPORÂNEO NA SOCIEDADE DO ESPETÁCULO. 

Allana Ariel Wilsen Dalla Santa (bolsista voluntária) - Orientação do professor Alexandre Fernandes.




O DIREITO DOS ANIMAIS: UMA REALIDADE POSSÍVEL.
Daísa Rizzotto Rossetto (bolsista PIBIC/CNPq) – Orientação do professor Agostinho Oli Koppe Pereira.


terça-feira, 4 de setembro de 2012

II Congresso de Iniciação Científica e Pós-Graduação


O Grupo de Pesquisa Metamorfose Jurídica, fez presente, no dia 03 de setembro no II Congresso de Iniciação Científica e Pós-Graduação (CICPG 2012), que se realiza entre os dias 03 e 05 de setembro, na UNISINOS, na cidade de São Leopoldo. As bolsistas do Metamorfose participaram em modalidade de apresentação oral e de pôster.

 Apresentação Oral:



Larisa Wegner Cezar e Cleide Calgaro.
O alcance da sustentabilidade ambiental no desenvolvimento habitacional urbano moderno.


Allana Ariel Wilmsen Dalla Santa e Cleide Calgaro.
Políticas públicas como possibilidades de criação de um consumo ambientalmente sustentável.


Apresentação Pôster:



Jéssica Cristianetti e Jerônimo Giron.
Informação Ambiental: uma alternativa à sustentabilidade.


Isadora Moreira Conci e Agostinho Oli Koppe Pereira.
As Políticas Públicas como instrumento de efetivação do Desenvolvimento sustentável.


Daísa Rizzotto Rossetto e Agostinho Oli Koppe Pereira.
A insustentabilidade do agronegócio: Da exploração da vida animal à destruição das florestas.




II Congresso de Iniciação Científica e Pós-Graduação


Em matéria do Jornal da Unisinos, apresentação de pôster da bolsista do Grupo de Pesquisa Metamorfose Jurídica.

http://www.juonline.com.br/index.php/mestrado-e-doutorado/03.09.2012/comeca-o-ii-cicpg/2bc3

sábado, 1 de setembro de 2012

I CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIREITOS HUMANOS: Emancipação e Ruptura


O Grupo de Pesquisa Metamorfose Jurídica fez-se presente, mais uma vez, em evento promovido pela UCS, o I CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIREITOS HUMANOS: Emancipação e Ruptura que aconteceu entre os dias 29 e 31 de agosto.

Os trabalhos apresentados foram:

JÉSSICA CRISTIANETTI e PATRÍCIA NOLL .
“A JUSTIÇA SOCIAL COMO INSTRUMENTO PARA ASSEGURAR A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA ATRAVÉS DO MÍNIMO EXISTENCIAL .”


ALLANA ARIEL WILMSEN DALLA SANTA e JERÔNIMO GIRON.
“POLÍTICAS PÚBLICAS DE PROTEÇÃO E EMANCIPAÇÃO DA MULHER: OS DIREITOS
HUMANOS DE GÊNEROS.”


LARISSA WEGNER CEZAR.
“O DIREITO AO MEIO AMBIENTE ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO: UMA ANÁLISE DA HABITAÇÃO URBANA MODERNA E DAS NORMAS URBANÍSTICAS.” 


DAÍSA RIZZOTTO ROSSETTO e AGOSTINHO OLI KOPPE PEREIRA.

“A CONSAGRAÇÃO ANTROPOCÊNTRICA E A SOCIEDADE DO CONSUMISMO: DA EXPLORAÇÃO DA VIDA ANIMAL À GERAÇÃO DE DANOS AMBIENTAIS.” 




terça-feira, 14 de agosto de 2012

Cangurus fogem de zoo na Alemanha graças à ajuda de raposa e javali


Responsáveis por um zoológico na região de Frankfurt, na Alemanha, procuram por um canguru que escapou do local através de buracos cavados por uma raposa e um javali, segundo informações do jornal Sydney Morning Herald.

Segundo Michael Hoffman, diretor do zoológico, três cangurus, chamados Skippy, Jack e Mick, teriam fugido para um parque dentro do próprio local através de um buraco em um muro, feito por uma raposa. Um deles foi capturado ainda antes de fugir para as ruas, mas outros dois conseguiram alcançar a área externa ao passarem por um buraco subterrâneo, provavelmente escavado por um javali. Até então, não se sabia da existência dos buracos.
O segundo canguru foi capturado após uma longa busca, mas o terceiro segue desaparecido. Hoffman espalhou diversos avisos na região e acredita que em breve o animal será reencontrado.
“Ele não traz qualquer perigo às pessoas, é um animal amigável, mas provavelmente pode destruir alguns jardins, já que os cangurus se alimentam de folhas e ervas. Melhor procurá-lo em locais com bastante verde”, assegurou o diretor.
Nota da Redação: Numa situação de privação, como o aprisionamento em zoológicos, os animais fazem coisas impressionantes, como a cooperação interespécie, para que possam se livrar da situação que os incomoda. Essa é uma grande manifestação do desejo de todo animal de ser livre, e não aprisionado e exibido como objeto de deleite humano. Esse episódio se soma a tantos outros nos quais, à sua maneira, os próprios animais demandam a abolição dos zoológicos, ambientes esses onde a liberdade é palavra proibida.
Fonte: Terra
OPINIÃO: Diante do que foi dito na nota da Redação, parece-me desnecessário aqui expor muito mais... Não tendo voz, os animais falam em suas atitudes, expressão seus desejos e vontades. Demonstrando que, como nós, presam pela liberdade que jamais deveríamos ter roubada.
"Não há crueldade pior que pensar e acreditar que os animais existem para servir ao Homem." 
Daísa Rizzotto Rossetto - Bolsista PIBIC/CNPq

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Do outro lado da linha...


do
outro
lado
da linha
Inteligência artificial, robôs telefonistas
e até detector de mentiras: seja
bem-vindo ao futuro do telemarketing.


A
TV a cabo saiu do ar, a conta do celular veio errada, você quer cancelar algum serviço ou não recebeu aquela compra que fez pela internet. E hora de pegar o telefone, respirar fundo e se preparar para o pior: esperas intermináveis, atendentes despreparados e a certeza
de que será d
ifícil resolver o problema. Isso quando os
atendentes não tomam a iniciati
va e ligam nos horários
m
ais impróprios, oferecendo serviços que você não quer.
Bem
-vindo ao inferno do telemarketing, um dos maiores
pesadelos globais
: segundo uma pesquisa feita no Reino
Un
ido, os operadores de call center estão em 7° lugar na
lista dos profissionais mais odiados
(à frente dos políticos). Já virou lugar-comum falar mal deles, fazer piada com seu jeito de falar e se assustar com as condições
de trabalho dos atendentes, que quase sempre ganham
salário mínimo e
, em alguns casos, têm até as visitas ao
banhei
ro cronometradas pelos patrões. O que você não
sabe é que
, do outro lado da linha, está surgindo um novo telemarketing: com sistemas de inteligência artificial
que adivinham o melhor hor
ário para ligar, analisam a
sua voz em busca de sinais de estresse ou insatisfão e
até detectam mentiras em tempo real.

           
O texto acima foi extraído da revista SUPER Interessante, edição nº 262 de fev/2009, pág.55. Pois é, já se passaram 1.285 dias e a questão se perpetua. Haverá quem diga que a culpa seja da Lei que concedeu os serviços, mas não, não faltam dispositivos legais, o que falta é a ação executiva daqueles que têm a obrigação de fazer cumprir a lei, e só.


André Saldanha

PROBIC/FAPERGS

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Pesca do Piracatinga agrava matança de botos cor-de-rosa



Manaus, AM – Para driblar a rejeição do consumidor, a piracatinga (Callophysus macropterus) – peixe capturado usando botos mortos como isca – ganhou novos nomes no mercado da capital amazonense. A piracatinga é um peixe pouco nobre, também conhecido como urubu d'água por comer animais mortos. Agora, ela pode ser encontrada com os nomes de “douradinha” ou “piratinga” em feiras e supermercados da cidade, segundo informações da Associação Amigos do Peixe-boi-da-amazônia (Ampa).

Segundo a associação, o aumento da captura da piracatinga está associada aos casos cada vez mais comuns de matança de botos na região. A gordura do boto é um excelente atrativo para este peixe.

O monitoramento dos botos na região da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) de Mamirauá, realizado há 17 anos pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), indica que o número de botos cor-de-rosa, conhecidos também como botos-vermelhos (Inia geoffrensis) está diminuindo 10% por ano em diversas regiões da Amazônia.

Os botos são capturados com arpões e abatidos com golpes na cabeça. A carcaça é colocada em gaiolas de madeira, para atrair os bagres.

Embora não seja muito apreciado no Brasil, a piracatinga tem boa aceitação na Colômbia, para onde é enviado para venda, sem fiscalização, através do porto de Tabatinga, que fica a 1.108 km de Manaus. O peixe chega à Bogotá, capital do país, onde é transformado em filés, antes de ser vendido no mercado doméstico ou exportado para o Japão.



OPINIÃO: A palavra que ecoa no início da leitura dessa reportagem é “consumidor”. Longe da preocupação com os interesses e a liberdade da natureza, dos animais, os indivíduos continuam a usufruir o meio natural como querem, de forma irracional, impensada, de forma desleal e desumana, apenas com o intuito de atender ao desejo dos consumidores. A matança do boto cor-de-rosa, animal que está presente na literatura do nosso país, agora também esta presente no rol das vítimas da ambição do homem. Ambição esta, que se sobrepõe à toda forma de vida, e que, de forma contínua e rápida, vem destruindo e eliminando a biodiversidade do nosso país (uma das mais ricas do mundo).
Há que se aperceber que, ou mudanças acontecem ou, quando o ser humano perceber dos limites do seu “poder”, de seus interesses de obtenção de lucro e de consumo, quando perceber ainda que a sua vida no Planeta está condicionada à vida de toda a natureza, e que o mesmo não é dono da fauna e da flora, já não terá o que proteger diante da liquidação da natureza, restará somente a sua própria exterminação.

Daísa Rizzotto Rossetto
Bolsista PIBIC/CNPq

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Quanto custa?



“Se penetrássemos o sentido da vida seríamos menos miseráveis.”
Florbela Espanca

Quanto custa a re-socialização de um preso? Quanto custa o desenvolvimento sustentável? Quanto custa a reabilitação do drogado? Quanto irá custar ensinar a criança? E alimentar o miserável? E a cuidar do doente? Quanto custa proteger as florestas, os rios, os pássaros? Qual é o valor da vida?
Quando quer pela sua vida? Pela minha vida? Pela vida do teu filho? Do teu pai?
Diante de tantas mudanças e novas reformulações, entre as mais evidentes está às relações mercantis que se sobressaem sobre o que antes eram relações humanas. Tudo passa a ser fracionado ao valor monetário, a notas de papel com um número qualquer... É isso que nos tornamos: coisa? Meras coisas a serem usufruídas por alguns, descartadas por outros. Agora, somos produtos postos em prateleiras, analisados se está caro ou não?
E se questionares, novamente: Quanto custa? Eu respondo: Não há valor, porque não tem valor. Afinal tem mesmo algum valor a tua vida? Têm realmente valor as belezas naturais? Têm valor os animais? A proteção que sempre lhe foi devida?
Já passou do tempo de pararmos de  reproduzir o que a sociedade do capital nos ensinou: valorar aquilo que pela essência jamais teve valor. Passou do tempo de consideramos estimável tudo que sempre foi (e deverá ser sempre) inestimável. Já venceu o prazo de estancarmos a miserabilidade dos nossos corações.
Já é chegado o tempo de nos tornarmos humanos, humanos pela humanidade que nos falta...

Escrito por Daísa Rizzotto Rossetto
Bolsista BIC/CNPq


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Palestra.





Como atividade da semana do meio ambiente, o Professor Doutor Agostinho Oli Koppe Pereira, Coordenador do Grupo de Pesquisa Metamorfose Jurídica, palestrou no dia 02 de junho, sobre Consumo Consciente e a problemática ambiental que cerca a questão. O Evento ocorreu na Universidade de Caxias do Sul e contou com a participação de acadêmicos e professores.

sábado, 2 de junho de 2012

IX Seminário Internacional - Demandas sociais e políticas públicas na sociedade contemporânea.



O Grupo de Pesquisa Metamorfose Jurídica fez-se presente no IX Seminário Internacional – Demandas Sociais e Políticas Públicas na Sociedade Contemporânea, que ocorreu nos dias 31 de maio e primeiro de junho, na Universidade de Santa Cruz (UNISC).
Cada pesquisador teve a oportunidade que explanar sobre as pesquisas quem vem sendo realizadas dentro do grupo e, também, de ampliar o leque de conhecimento.
Os trabalhos apresentados foram:

Allana Wilmsen com orientação de Jerônimo Giron. - O PARADIGMA MULHER E POLÍTICAS PÚBLICAS DE PROTEÇÃO E EMANCIPAÇÃO FEMININA

André Saldanha (BIC/FAPERGS) com orientação de Margarete - A TUTELA CONSTITUCIONAL DO MEIO AMBIENTE URBANO: DA COMPLEXIDADE SOCIAL AO RISCO CONSTRUÍDO

Daísa Rizzotto Rossetto (PIBIC/CNPq) com orientação de Agostinho Oli Koppe Pereira - CIDADANIA: SUA EFETIVAÇÃO A PARTIR DE POLÍTICAS PÚBLICAS NA MODERNIDADE E FORMA DE PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

Jéssica Cristianetti (voluntária) com orientação de Cleide Calgaro - O DIREITO SOCIAL AO TRABALHO: A ESCRAVIDÃO NO SÉCULO XXI COMO QUEBRA DE UMA GARANTIA CONSTITUCIONAL.

Larissa Wegner Cezar (BIC/UCS) com orientação de Henrique Mioranza Koppe Pereira - HABITAÇÃO NO MEIO AMBIENTE URBANO: ASPECTOS JURÍDICOS E AMBIENTAIS.

A Marcha das Vadias






Trazemos novamente para o blog a discussão acerca da condição da mulher na sociedade, em uma semana em que tivemos a organização da Marcha das Vadias, em Porto Alegre. Esse movimento, que teve sua primeira passeata no Canadá, foi organizado por estudantes após a declaração de um policial, afirmando que o fato de as mulheres se vestirem como "vadias" poderia estimular o estupro. Pois bem, em casos de violência, seja ela física ou simbólica, não há que se falar em opinião. A justificação não pode existir, em hipótese alguma, muito menos baseada em juízos de valor machistas.
A marcha do fim de semana gerou repercussão. Como era o esperado, o maior número de comentários se deu justamente em função de algumas participantes terem optado pela nudez para protestar. São tantas as imagens a serem compartilhadas e tantas discussões trazidas a tona, que eu não me conformo que a população (incluindo mulheres) abram a boca EXCLUSIVAMENTE para falar da nudez das participantes da marcha, reforçando um conceito usado para ridicularizar, inferiorizar e desculpar a violência contra a mulher: VADIA!
O reducionismo é o que de fato me assusta. Tantos significados caminhando pelas ruas de Porto Alegre, tantas crianças, jovens e senhoras que certamente já sentiram o peso do machismo, da submissão ou da opressão e as pessoas só conseguem comentar sobre os peitos que ficaram a mostra.
Não importa com quantas pessoas diferentes uma mulher mantêm relações sexuais, se ela se manifesta contra a desigualdade tirando a blusa ou se ela opta por não ser delicada. Isso não a faz menos mulher, tampouco permite que as outras pessoas a julguem, a violentem ou se sintam melhores do que ela. O machismo não é questão de opinião e não é direito meu gritar para que a desigualdade permaneça. Não podemos permitir que algumas práticas sejam reforçadas sob a égide da “liberdade de expressão”. Afinal, não gostar de negros e de gays também é questão de opinião, não é?

Fotos retiradas da página:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.3628635807039.2144953.1608395891&type=3

Allana Ariel Wilmsen Dalla Santa

sexta-feira, 25 de maio de 2012

II Congresso Internacional Florense de Direito e Ambiente.

O Grupo de Pesquisa Metamorfose Jurídica fez-se presente no II Congresso Internacional Florense de Direito e Ambiente, que ocorreu na Universidade de Caxias do Sul entre os dias 23 e 25 de maio. Além de participarem das palestras, as bolsistas de iniciação científica tiveram a oportunidade de apresentarem seus trabalhos. Sendo estes:

  
“As matrizes energéticas frente à sociedade de consumo: os problemas e as soluções ambientais.” Larissa Wegner (BIC-UCS) e Mariana Mioranza Koppe Pereira (voluntária), sob a orientação do professor Agostinho Oli Koppe Pereira.




“A energia frente a sociedade moderna e o impacto ambiente.” Elaborado por Allana Wilsen (bolsista voluntária) e Daísa Rizzotto Rossetto (PIBIC/CNPq), orientadas pelo professor colaborador Henrique Mioranza Koppe Pereira.



“A sustentabilidade frente ao capitalismo e aos riscos da sociedade de consumo.” Trabalho de Jéssica Cristianetti (bolsista voluntária), orientada pelo professor Agostinho Oli Koppe Pereira.