Pesquisadores da Universidade de Oxford (Inglaterra) descobriram que o propranolol, droga usada para combater pressão alta e ataques cardíacos, diminuía o preconceito racial de quem ingeria o medicamento.
Durante a pesquisa, foi analisado o comportamento de 36 pessoas: 18 delas receberam o medicamento e as outras 18 receberam um comprimido de farinha (sem efeito algum). Segundo os autores do estudo, o preconceito racial é desencadeado por uma reação automática e inconsciente de medo.
O propranolol, por alterar os níveis de pressão arterial e as nossas reações instintivas de defesa, ajudaria a combater essas associações racistas. Os pesquisadores afirmam que o grupo de estudo é pequeno e que essa relação ainda precisa ser melhor estudada, mas pode ser um caminho para entender o mecanismo que desencadeia as associações de pensamento racistas.
Link da notícia: http://br.noticias.yahoo.com/blogs/vi-na-internet/uma-droga-para-combater-o-racismo-164625166.html#more-id
Opinião: Bom seria se todos os preconceitos fossem curados através de medicamentos! Essa pesquisa, que ainda deve seguir um longo caminho na esfera científica, serve para ilustrar o quanto é difícil livrar-se do preconceito. Enquanto não há remédio para esse mal, vamos estudar, pois essa também é uma maneira de curar o racismo. Conhecer a história, saber da opressão, da segregação e dos seus porquês nos ajuda a entender de onde vem as reações automáticas de classificação, a origem dos pré conceitos de cor.
Allana Ariel Wilmsen Dalla Santa
Bolsista BIC/UCS
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